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Sobre os noivos

    Nós nunca soubemos muito bem como e quando nos conhecemos, mas adoramos a ideia de que antes até de nascermos nossos pais já se conheciam e o pai do Marquin já foi companheiro de casa da querida tia Aldevina. Quando a gente era criança, o Marquin ficou amigo dos primos da Ray, e nessa época a Ray vivia colada na tia Aldevina e no Vitor e no Vinicius, então provavelmente nos conhecemos em alguma festinha de aniversário ou em algum outro programa do gênero. Nessa época era só amizade, mas em 2004 em alguma outra festinha de aniversário na casa da tia Aldevina em que o Marquin estava, a Ray descobriu o apelido que ele usava na rede social da época, o Mirc, e nós começamos a conversar nessa época. Nós dois éramos super tímidos e acho que nem a gente acreditava que um namoro que no início não tinha quase nenhuma comunicação fosse dar tão certo.

    A gente começou a namorar em janeiro de 2005, e já no ano seguinte passamos pela primeira prova quando a Ray foi fazer um intercâmbio na Nova Zelândia. Na verdade, aquela viagem e distância acabou sendo um aprendizado das experiências que teríamos quase durante todo o tempo no namoro. Quando a Ray completou 18 anos, nós fizemos nossa primeira viagem internacional e longa juntos, passamos um mês na Bolívia e no Peru com o Vinicius, e no meio da viagem descobrimos que o Marquin tinha passado no vestibular para economia. Depois, a Ray foi fazer faculdade em Floripa e o Marquin continuou em Goiânia; no meio disso ela fez um intercâmbio na Espanha e ficou de lá torcendo para o Marquin passar no mestrado em Palmas (ela até lembra do dia em que ele se formou e ela mandou uma mensagem quando ele estava no palco para receber o diploma e quando ela recebeu a notícia que ele tinha passado em primeiro lugar no mestrado!). Quando a faculdade terminou e a Ray voltou para Goiânia, o Marquin já estava em Palmas. Ela ficou perambulando em cidades diferentes, em Curitiba e São Paulo e acabou se estabelecendo em Brasília, com o mestrado e o doutorado. E o Marquin acabou passando em um concurso para professor da UFT e ficou em Palmas. O universo parecia que não estava conspirando para que nossos planos convergissem para a mesma cidade. Mas finalmente, em 2017, decidimos que daríamos um jeito de ficar juntos e ficamos noivos. O resto da história a gente ainda vai viver, com a esperança de que ela seja muito feliz, cercada das pessoas que amamos e marcada sempre pela liberdade e companheirismo que têm acompanhado nossa relação desde sempre.